Vientos de Pasión – Una Verdad Oculta L2

Episodio 2

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O som de Alexandre foi interrompido por um vidro quebrando e ele sendo arrastado. Hawthorne franziu a testa ao ouvir a comoção vinda do andar de baixo. Agora sinto sono, levanto, me visto rapidamente, ou me visto, e silenciosamente tiro as lascas de mármore.
Quando entrei no corredor, a porta tinha acabado de ser datada da hora em que eu queria estar lá, e a expressão de Sims era séria.
"O que está acontecendo, Sims? O que foi?
" "Bom dia, meu senhor. Era Lorde Sinclair, Lady Ashford e Sua Graça o Duque de Cavendish. Vimos Lorde Wesley. " "?
"A esta hora? Por quê Alexandre desceu ou o último degrau, caminhou pelo corredor e alcançou a porta da biblioteca. O que viu fez o resto de seu sonho desaparecer instantaneamente. Damien estava caído em uma poltrona, sua camisa manchada de conhaque e sangue seco. Seu lábio estava cortado, seu rosto estava inchado e ele tinha o nariz vermelho. Uma garrafa vazia pendia de sua mão, e seu cheiro na penumbra sugeria que, naquele momento, ele não estava realmente presente. Alexandre soltou um longo suspiro, cruzando os braços. "Preciso perguntar o que aconteceu, ou posso adivinhar?" Damien fungou lentamente, mas não respondeu. Alexandre deu um passo à frente, mas parou ao ver os cacos de vidro no chão. Virou-se e foi amarrado à porta, por ordem de Sims. Sims aparece em segundos. "Sim, meu senhor? " "Mande alguém limpar isso. " "Imediatamente, meu senhor." Alexandre olhou para Damien. Minutos depois, Sims retornou com um balde, uma pá e uma vassoura. Ele preferiu conviver com o irmão sob coação: decidiu cuidar dele. Em pouco tempo, o menino estava livre dos insetos. Sims disse em silêncio. Alexandre empurrou uma corrente e sentou-se em frente a Damien. "Foi Gabriel, não foi?" Nenhuma resposta. A respiração de Damien mal estava tão pesada e aquele cheiro preguiçoso, como ele nem o vise. Alexandre Franziu a testa. Ele se inclina para a frente e para firmemente ao lado de Damien para avaliar os danos. "Pelo sem ele, eu não quebrei nada. E você? Reagiu ou ficou aí parado como um condenado esperando ou carrasco?" Damien riu, um som seco e amargo, empurrando a mão de Alexandre. "Você sabe que ele deveria ter sido transferido?" Alexandre suspirou exasperado e se recostou sobre o peito. "Você não está facilitando as coisas, Damien." O cheiro no ar indicava o estado do quarto: pedaços quebrados, pais de costas um para o outro, quadris torcidos. Levantou-se, voltou para a porta e bateu. "Sims."""Sim, meu senhor?" “Chame alguém para levá-lo ao quarto. Certifiquemo-nos de que ele deite.
“Imediatamente, meu senhor.”
Sims saiu e voltou com dois criados. Ajudou Damien a se levantar. Ele não ofereceu resistência — arrastou-se escada acima, mudo, sem protestar. “O que diabos poderia ter acontecido?”
Assim que os criados saíram do quarto, Alexandre entrou e observou Damien deitado, o corpo caído sobre as pernas, mas mesmo inconsciente, parecia sobrecarregado de sofrimento. Aproximou-se e empurrou uma cadeira para sentar ao lado da cama
. “Mas seja lá o que for… você não parece satisfeito com isso.”
O único som ao qual respondeu foi a respiração profunda e irregular de Damien. Alexandre recostou-se sobre o peito dele, cruzando os braços.
“Pretendo descobrir o que está acontecendo. Porque, meu amigo, nunca vi nada destruído… e isso significa que algo terrivelmente errado.”
A luz começou a vazar pelas cortinas, mas Alexandre não se importou. Porque sabia que, quando Damien se lembrasse, ou o inferno continuaria ou ele estaria à sua espera.

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El carruaje apenas se había detenido cuando Damien salió. Cruzó la entrada impulsivamente en cuanto el mayordomo abrió la puerta.
El vestíbulo estaba silencioso, los criados ya retirados. Solo uno de los candelabros del salón permanecía encendido. La luz suave proyectaba sombras que danzaban en las paredes al ritmo del fuego de la chimenea.
Alexandre lo esperaba en un sillón junto al fuego.
Damien entró sin decir palabra y fue directo al aparador. Estaba sirviéndose brandy cuando la voz de Alexandre lo alcanzó, tan seca como el alcohol que caía en el vaso.
— No me digas… —empezó, inclinándose ligeramente hacia adelante—, ¿dejaste a tu nueva y encantadora compañía para volver a casa y emborracharte?
Pausó, la mirada fija en él.
— ¿Tan bien va todo, Damien?
Él se detuvo un momento… pero terminó llenando el vaso hasta el borde. Dejó la botella con un gesto seco, sin hablar. Se quitó el abrigo y lo lanzó sobre un sillón cualquiera. Luego tomó el vaso —y la botella— y se sentó frente al fuego.
El silencio entre ambos era casi tangible. Las llamas proyectaban sombras temblorosas sobre sus rostros.
— No estoy de humor para sermones, Hawthorne —su voz sonó ronca, cansada.
— Perfecto —respondió el amigo, sin moverse—. Porque yo tampoco tengo paciencia para farsas. ¿Vas a decirme la verdad o tendré que arrancártela?
Damien dejó el vaso sobre la mesa con más fuerza de la que pretendía, el cristal tintineando en el silencio. Alexandre descruzó las piernas y se inclinó hacia él.
— Te estás matando lentamente, Damien. Desde que comenzaste esta farsa con Evangeline, no eres más que una sombra. No hablas, no duermes, apenas estás vivo. Así que dime… ¿qué demonios hiciste?
Damien se pasó la mano por el rostro. El peso en su pecho era como una ancla hundida.
— No hice nada.
Alexandre lo miró con incredulidad.
— Claro. Entonces explícame por qué pareces un hombre que acaba de enterrar su corazón.
El silencio volvió a caer. Damien quería seguir negando, seguir fingiendo que todo estaba bien, pero la verdad lo quemaba.
— ¿Ella lo sabe? —La voz de Alexandre se tornó más seria.
— ¿Qué?
— Clara —el nombre la hizo doler—. ¿Sabe que estás mintiendo?
Damien apretó los puños.
— Cree que fui un bastardo. Que la usé. Justo lo que quería.
Alexandre soltó una carcajada sin humor.
— Evangeline te chantajeó, ¿verdad?
La pregunta fue un golpe certero. Damien se quedó inmóvil.
— ¡Maldita sea! —susurró, pasándose la mano por el cabello, la frustración grabada en su rostro—. ¿Y dejaste que una mujer como ella te manipulara?
Damien se giró de golpe hacia él, los ojos encendidos de furia.
“E o que você queria que eu fizesse? Que ela destruísse a Clara?”
Alexandre ficou em silêncio. Então, falou num tom mais baixo, porém mais ameaçador.
“E você acha que deu a ela uma escolha? Acha que não está destruindo-a agora? Olhe para você, Damien. Olhe no que você se tornou.”
Damien cerrou os dentes e desviou o olhar.
Alexandre se levantou abruptamente, caminhou até ele e segurou os braços da cadeira, inclinando-se para ficar na altura dos seus olhos.
“Você não a salvou. Você apenas a condenou de outra forma.”
As palavras eram como facas.
“Mas ainda há tempo”, acrescentou, levantando-se, com a voz mais firme. “Se você a ama, lute por ela. Ou vai deixar aquela mulher vencer?”
O peito de Damien apertou. Ele sabia a resposta. Sempre soube. Mas o medo o paralisava. “Será que Clara algum dia o perdoaria?”



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En el texto hay: humor, intriga, amor

Editado: 14.01.2026

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